quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Ciclo de Palestras 2013
Celebrando o início do ano pagão/astrológico e 30 anos de estudo, pesquisa e prática em Astrologia.
Neste ano estou completando 30 anos (cheguei à maioridade) de estudo,
pesquisa e prática em
Astrologia. Esta tragetória se confunde com minha
própria vida: diretrizes e encaminhamentos na vida; anseios e ansiedades;
motivações e desafios no percurso que me constituíram no que hoje sou, sempre
tiveram uma grande influência e determinação da Astrologia, uma vez que os meus
estudos e pesquisas sempre foram no sentido de ser um astrólogo mais competente
e/ou resolver problemas conceituais presentes no estatuto epistemológico que
sustenta a Astrologia no seu uso.
Comecei estudar Astrologia (algo que ironizava) para encontrar argumentos
que demonstrassem que de fato a Astrologia era uma crendice e não funcionava. Aos 17
anos de idade (nesta idade, talvez até mais do que hoje, já possuía uma
estrutura cética no olhar para com o mundo), quando conheci a Astrologia, foi
um misto de encantamento e incredulidade. Encantamento ao intuitivamente
perceber que tinha encontrado um instrumento que era capaz de descrever a
estrutura de identidade e a subjetividade humana e ao mesmo tempo incredulidade,
pois segue a pergunta que não quer calar: como é possível que a posição dos
planetas girando em torno do Sol seja capaz de descrever como está estruturada
a psique humana?
Não consegui mais parar de ler e aprofundar os estudos em Astrologia. Neste
percurso literário descobri Dane Rudhyar e Stephen Arroyo e com eles a
Astrologia psicológica, o que me levou a cursar Psicologia na UFRGS (com o
objetivo de ser mais competente como astrólogo) e também me levou a descobrir o
mais completo e complexo trabalho sobre a psique (alma) humana: a obra de Carl
Jung. Agradeço por isso tudo!
Hoje, cursando Filosofia, acima de tudo com o objetivo de tentar
organizar melhor e contribuir para a estruturação de um estatuto epistemológico
que justifique e sustente o funcionamento da Astrologia enquanto ramo do
conhecimento humano (para não usar o nome “ciência”), percebo que estou
conseguindo obter algumas respostas para as perguntas da mente inquieta e
cética daquele adolescente de 17 anos.
Com este ciclo de palestras tenho dois objetivos: 1) celebrar a
maioridade em Astrologia e a diminuição da ansiedade face às dúvidas e
incertezas diante dos desafios ante a escolha de um caminho incerto em função
dos preconceitos para com este ramo do conhecimento e 2) apresentar, nas três
palestras do ciclo, uma síntese das três linhas de pesquisa em que foco
atualmente o meu trabalho de pesquisa em Astrologia.
Temas do ciclo de Palestras
14/03 - Como é possível a ciência Astrologia?
A Astrologia, e mais especificamente o mapa natal, é um instrumento capaz
de descrever a estrutura de identidade de uma pessoa e a dinâmica das forças
que juntas formam o que em Psicologia recebe o nome de psique humana. Sendo
ainda mais específico, o mapa natal é capaz de descrever a estrutura interna de
representação através da qual cada ser humano se relaciona com o mundo. Mas,
segue a pergunta que não quer calar: como é possível que a disposição dos
planetas (aglomerados de matéria girando em torno de um centro e que não
possuem identidades míticas ou deificadas) seja capaz de descrever a estrutura
de identidade de uma pessoa?
Para responder completamente esta pergunta seria preciso percorrer dois
caminhos distintos: 1) o caminho do empírico para comprovar, através do
cruzamento de resultados obtidos com o mapa natal com testes psicológicos ou
outros métodos já validados, se é o caso que de fato o mapa natal é
capaz de descrever a estrutura de identidade de uma pessoa ou 2) o outro
caminho é tentar encontrar uma teoria que justifique ou nos faça
entender se é possível que seja o caso e quais a vias de relação entre a
disposição dos planetas girando em torno do seu centro e a subjetividade de uma
pessoa nascida neste momento do tempo correspondente.
A palestra do dia 14 de março tem como objetivo percorrer o segundo
caminho, o caminho teórico. Esta palestra tem dois objetivos que se entrecruzam: em
primeiro lugar demonstrar que a Astrologia é um ramo do conhecimento que possui
um estatuto epistemológico único (uma condição híbrida, se situando entre
ciência natural e ciência humana) e que desta condição se originaram os problemas
epistemológicos que colocaram a Astrologia como pseudociência e, em segundo
lugar, apresentar uma proposição metafísica (não empírica) que, minimamente,
sustente o início da construção de estatuto epistemológico que possibilite o
entendimento mais sério e “científico” da Astrologia.
21/03 - (Início do ano astrológico) Paganismo, Mitologia e Astrologia.
O Paganismo é seguramente a manifestação religiosa mais antiga da
humanidade. Nasceu de uma espécie de “participação mística” do ser humano com o
mundo ao seu redor derivada do encantamento e arrebatamento dos seres humanos
face às manifestações da natureza, ainda absolutamente incompreensíveis para a
condição intelectual dos “homo sapiens” deste momento.
A Astrologia e a Mitologia são filhas diretas do Paganismo. A Astrologia
ocidental como conhecemos e a Mitologia grega são irmãs, derivadas da
organização particular que determinada cultura deu aos padrões arquetípicos do
inconsciente coletivo da humanidade, presentes na organização inconsciente de todo
e qualquer ser humano, descritos por C.G. Jung e presentes em toda sua obra.
Levando em conta a origem em comum, Astrologia e Mitologia possuem uma
linguagem descritiva e representativa em comum: os deuses com suas
características e manifestações particulares. No entanto possuem pressupostos e
objetivos distintos, enquanto que na Mitologia observamos, acima de tudo,
representações do inconsciente coletivo da humanidade projetadas na forma de
representações externalizadas de modo que o ser humano pudesse perceber o seu
inconsciente manifestado, a Astrologia é, de certa forma, um embrião das
ciências naturais ao tentar entender e prever eventos futuros ao observar e
relacionar eventos do mundo natural.
Esta palestra, em homenagem ao equinócio que marca o início do ano
astrológico, além de falar sobre o equinócio como uma fase de um ciclo maior e
a importância destes ciclos naturais para a organização e sobrevivência de
seres humanos, pretende mostrar que estes ritmos, ciclos e padrões arquetípicos
estão presentes tanto na natureza material (empírica) do mundo quanto na
natureza imaterial (subjetiva ou inconsciente) dos seres humanos.
28/03 – Uma gramática para a Astrologia.
A Astrologia pode e deve ser entendida como uma linguagem. É uma série de
símbolos que quando colocados justapostos pretendem transmitir uma mensagem igualmente
inteligível, compreensível e acessível a qualquer um que esteja familiarizado
com o uso e as regras deste determinado sistema.
Uma linguagem escrita deve possuir, entre outras, regras ortográficas e
regras gramaticais. Sinteticamente falando, por regras ortográficas podemos
entender aquelas que definem a maneira correta de justapor determinados signos
de um alfabeto de modo que descrevam especificamente um objeto (físico ou de linguagem)
nesta representação; já as regras gramaticais irão definir as relações destes
objetos (físicos e de linguagem) em uma frase de modo que tal frase expresse
uma proposição com significado.
Em Astrologia, como ortografia devemos entender a descrição das
características e qualidades que definem cada um dos signos; a descrição especifica
e logicamente ordenada de cada uma das doze casas como uma área específica da
experiência humana; a descrição dos atributos, dimensões do eu e princípios que
definem cada planeta e também as regras que caracterizam a natureza dos
aspectos planetários na relação dos planetas entre si. Isto é relativamente
simples e a maioria dos manuais de Astrologia trazem definições corretas dos
elementos formadores do alfabeto Astrológico citados acima.
Por gramática, em Astrologia, devemos entender as regras hierárquicas que
irão definir as relações dos elementos formadores do alfabeto astrológico entre
si, definindo claramente que quando determinados elementos (planetas, signos e
casa) estiverem em relação entre si, quem influencia e quem é influenciado
nesta determinada relação, evitando, deste modo, frases sem sentido ou com
significado dúbio.
Nesta palestra pretendo apresentar um sistema de regras básicas, normas e
fórmulas que venho utilizando, com significativo sucesso (por parte dos
alunos), como orientação e estrutura na leitura e interpretação em meus cursos
de Astrologia.
Ciclo de Palestras 2013
Local: Casarão do Arvoredo
Rua Fernando Machado, 464
Centro Histórico - Porto Alegre
Horário: 19h 30min.
Informações
e Inscrições:
(51) 84336911
astroconhecer.blogspot.com
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Minicursos
Astrologia e Filosofia
Astrologia e Conceitos Junguianos
O projeto
minicursos é o resultado de um trabalho de pesquisas teóricas envolvendo
Astrologia, Filosofia (em especial Filosofia da Ciência) e Psicologia
Junguiana.
A Astrologia
é tradicionalmente conhecida pelo seu trabalho de leitura do mapa natal,
trabalho que é capaz de descrever a estrutura de identidade do indivíduo ao
qual se refere este mapa natal. Da mesma forma, o principal modo de se ensinar
ou palestrar sobre Astrologia é dissertar sobre as qualidades ou
características dos elementos que formam o alfabeto astrológico (Planetas, Signos e Casas) e o modo como
a conjugação destes elementos pode descrever as características do indivíduo
expresso no mapa natal.
Entendo que (e
se deve a isto meus estudos e pesquisas) existe uma falta de informações
concernentes a como se dá a passagem conceitual que justificaria teoricamente ao
que a Astrologia se pretende: ser um instrumento que descreve a estrutura de
identidade de um ser humano e sua representação do mundo.
Estes
minicursos têm como objetivo se situar, simultaneamente, em uma posição
anterior e posterior ao uso da Astrologia como instrumento de leitura e
descrição da estrutura de identidade de uma pessoa. Anterior no sentido do
entendimento de condições que podem sustentar e justificar o seu funcionamento
e precisão no seu uso de leitura, descrição e entendimento da psique de um
indivíduo. Posterior no sentido de que as informações fornecidas e os conceitos
trabalhados durante o minicurso contribuem para um entendimento mais profundo
das dimensões da psique humana descritas no mapa natal, o que pode contribuir
para uma leitura e interpretação mais profundas.
Uma abordagem
mais ampla e filosófica da Astrologia possibilita, ao mesmo tempo, que
percebamos a filosofia que sustenta as interpretações práticas e descritivas do
mundo que a Astrologia faz, bem como possamos utilizar o conhecimento e a
sabedoria presentes na Astrologia como uma filosofia (independente de seu uso
prático interpretativo) que possa orientar o ser humano de uma forma mais ampla
na condução de sua vida.
Segue abaixo
uma breve apresentação de dois minicursos já formatados e realizados (com
edições já apresentadas ao público interessado).
ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø
Minicurso Astrologia e Filosofia
A Astrologia,
mais especificamente o mapa natal, é um instrumento que descreve com precisão e
profundidade a estrutura de identidade de uma pessoa. Mas, como é possível? De
que modo se dá esta relação entre o descrito pelo mapa natal e a situação
psicológica correspondente?
O primeiro
encontro deste minicurso apresenta uma proposição metafísica (no sentido
filosófico e não do senso comum) e sistêmica para o funcionamento da Astrologia
bem como uma proposta inicial para um estatuto epistemológico que sustente o
funcionamento da Astrologia como um instrumento de descrição da psique humana.
O segundo
encontro, seguindo na mesma linha de raciocínio, aborda os planetas pessoais
como representantes de dimensões da psique humana, revelando este como um
sistema orgânico, obedecendo a mesma estrutura e funções do sistema utilizado
para a justificação metafísica e sistêmica para a construção do estatuto
epistemológico para o seu funcionamento. Os planetas transpessoais são
abordados como princípios externos (sociais e outros) que se aplicam e
influenciam a unidade representada pelo sistema psique humana.
O terceiro
encontro, seguindo nesta abordagem mais ampla, pretende uma leitura das casas
diferente da visão usual na leitura do mapa natal, que se referem à áreas da
vida e suas qualidades. Na presente abordagem, temos como objetivo evidenciar
uma visão mais ampla e filosófica presente na Astrologia ao mostrar um processo
de evolução/maturação do ser humano, em suas diversas fase de vida, bem como as
vicissitudes e desafios inerentes a este processo.
Por fim, o
quarto encontro, dando um fechamento ao que já foi abordado, pretende
demonstrar o modo como é possível e como se dá a utilização das informações
fornecidas pelo mapa natal em uma abordagem humanista (ou Junguiana) fornecendo
uma maior profundidade e potencial de autoconhecimento à leitura do mapa natal.
Minicurso Astrologia e filosofia – Temas dos encontros
1.
Como é possível a
ciência Astrologia?
A construção de um estatuto epistemológico para a Astrologia.
A construção de um estatuto epistemológico para a Astrologia.
2.
Os planetas como
representantes de dimensões da psique humana.
3.
As casas
astrológicas e as fases de evolução/maturação do ser humano.
4.
O que é
Astrologia Humanista e o que pode fazer pelo ser humano.
ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø ø
Minicurso Astrologia e Psicologia
Junguiana
É comum astrólogos
utilizarem termos oriundos da Psicologia de C.G. Jung (arquétipos, inconsciente
coletivo, sincronicidade, sombra e outros). É sabida a afinidade e a aceitação
de Jung para com a Astrologia, evidenciadas em muitos de seus escritos, como nas
duas citações abaixo:
“Astrologia deve ter assegurado o seu
reconhecimento por parte da psicologia, sem restrições,
porque a astrologia representa a soma de todo o conhecimento psicológico da Antiguidade”. Comentário
ao livro O Segredo da Flor de Ouro
Como
psicólogo, estou especialmente interessado na luz particular que um horóscopo é capaz de lançar
sobre certas complicações no caráter. (...) Devo dizer que tenho, muito
freqüentemente, encontrado situações em que os dados astrológicos são capazes
de elucidar alguns pontos, que de outra forma, eu teria sido incapaz de
entender. (de uma carta ao Prof BV Raman,
6 de setembro de 1947)
Mas, onde estão os pontos
de intersecção entre estas duas teorias que buscam, por caminhos semelhantes, o
entendimento da psique humana? Como e porque elas partilham tantos conceitos e
estruturas em suas descrições?
O minicurso Astrologia e
Psicologia Junguiana tem exatamente o objetivo de clarear as perguntas do
parágrafo acima em cada um dos seus quatro encontros:
·
Os
arquétipos do inconsciente coletivo, descritos por Jung, estão claramente
manifestados nas mitologias de diversas culturas. A Astrologia, com sua origem
pagã, está marcada com conceitos mitológicos. É possível perceber estas
representações arquetípicas presentes em todo e qualquer sistema ou “todo
orgânico”, princípio metafísico sobre o qual se apóia a Astrologia.
·
A
introdução em alguns conceitos e estruturas básicos na Psicologia de C.G.Jung.
·
A
relação destes conceitos com dimensões e estruturas representadas na
Astrologia.
·
Por
fim, como é possível a conjugação destes dois sistemas organizados de descrição
do ser humano em um instrumento terapêutico que auxilie o ser humano a atingir
o ápice segundo Jung: o processo de Individuação.
Minicurso
Astrologia e Psicologia Junguiana – Temas dos encontros
- O paganismo e a Mitologia como representação arquetípica do mundo. O que são os arquétipos do inconsciente coletivo.
- Introdução a alguns conceitos de Psicologia analítica e suas relações com a Astrologia.
- Estruturas da psique humana descritas pela Psicologia analítica que também estão representadas no simbólico da Astrologia.
- O mapa natal e o
processo de individuação. Como funciona uma Astrologia Junguiana.
domingo, 20 de maio de 2012
Desmistificando a Astrologia
A Astrologia é uma ciência ou, no mínimo, um ramo do
conhecimento que há milênios presta ao ser humano um serviço de orientação tanto
para com o mundo em que vivemos (em seus ritmos e ciclos) quanto para consigo
mesmo, na representação de si próprio, na interação com este mundo. Durante
todo este tempo a Astrologia já ocupou várias e distintas posições nas
sociedades humanas, desde venerada até ridicularizada e execrada.
Durante o seu processo histórico a Astrologia sempre esteve
numa situação intermediaria entre ciência e religião, conhecimento e crença.
Muitas vezes misturando estas duas formas de representação como tentativa de
tradução e entendimento do mundo. Esta condição fica mais fácil de compreender
ao entendermos que o surgimento da Astrologia se deu muito mais em uma relação
de participação do ser humano com a natureza (sua condição de conhecimento
pagão) do que em um movimento de entendimento e descrição do mundo, como se dá nas ciências naturais.
No entanto a manutenção desta condição híbrida, ainda hoje, contribui
muito para que a astrologia seja alvo de várias críticas, sendo taxada como
crendice ou, no mínimo, como pseudociência nos meios acadêmicos e entre as
ciências oficiais.
Uma falta de definições claras dos pressupostos básicos que
sustentam o seu método interpretativo (modo pelo qual fornece as informações),
do seu objeto de estudo e do que se encontra em seu escopo de atuação (o que
pode e o que não pode fazer) atrapalham sua organização e metodologia
científica, bem como municiam seus críticos com argumentos contra a astrologia.
Um exemplo disto é falta de conhecimento por parte do grande
público de algumas definições conceituais básicas (tais como o que é um signo),
situação que permite que uma afirmação de astrônomos sobre a existência de uma
décima terceira constelação crie o boato de que a astrologia sempre estivera
equivocada por trabalhar com doze signos ou ainda que isto implicaria alguma
mudança na astrologia.
Posso citar, de modo geral, alguns temas em astrologia nos
quais a falta de informações definidas dá margem para que a imaginação popular
(afinal a astrologia sempre fascinou o ser humano) preencha com crendices e
posturas dogmáticas informações genuínas da astrologia e acabam deturpando-a: o
equívoco da Astrologia para o hemisfério Sul em função da inversão das estações
do ano nos hemisférios Norte-Sul; se o Signo ascendente se manifesta mais no
início da vida ou a partir da maturidade; o que são as casas astrológicas; o
que de fato podem “prever” as técnicas de prognóstico em Astrologia
(Trânsitos/Revolução Solar) entre outros.
O ciclo de palestras Desmistificando
a Astrologia, em seus quatro encontros, pretende apresentar uma visão
séria e objetiva, sobre os temas citados acima e outros, de uma forma didática
e acessível a todos (sem astrologuês), com o objetivo de sanar, pelo menos em
parte, os equívocos com relação a alguns conceitos fundamentais da astrologia,
contribuindo para um entendimento mais apropriado e contemporâneo deste milenar
instrumento de autoconhecimento ainda repleto de mal-entendidos conceituais,
com suas consequências geradoras de preconceitos por grande parte da sociedade.
Temas das palestras
Dia 06 de Junho - Desfazendo enganos.
• O Décimo terceiro signo - O que
são de fato os signos Astrológicos.
• Astrologia para o hemisfério Sul - As
estações do ano e a Astrologia.
Dia 13 de Junho - O que a Astrologia pode fazer p/ o
ser humano.
• O que são Mapa natal, Técnicas de prognósticos (previsões)
e Sinastria.
Dia 20 de Junho - O que são as casas astrológicas.
• Signo Ascendente e o Meio-céu - O
que são e qual sua importância.
Dia 27 de Junho - Dúvidas gerais sobre Astrologia.
• Palestra interativa
- Perguntas e respostas.
Horário: 19h 30min.
Ingresso: 01 Kg de alimento não perecível ou um
agasalho infantil
Vagas limitadas - Confirmar presença por e-mail
Vagas limitadas - Confirmar presença por e-mail
LOCAL: CASARÃO DO ARVOREDO
End.: Rua Cel. Fernando Machado, 464 -
Centro Histórico
quarta-feira, 21 de março de 2012
Palestra 20/3/12
Astrologia, Paganismo e Mitologia - O Equinócio de Outono
Em comemoração ao início do ano astrológico/pagão tivemos a
palestra cujo tema foi Astrologia e paganismo. Para dar ainda mais sentido e
profundidade ao tema abordado, tivemos a grande contribuição de um dos vídeos
do maravilhoso documentário, que deu origem ao livro de mesmo nome, O Poder do
Mito, do grande mitólogo Joseph Campbell.
Neste diálogo entre Mitologia e Astrologia procurei mostrar
as relações intrínsecas entre estas duas áreas do conhecimento humano, bem como
a atualidade de ambas e suas contribuições para a construção de mitos que
ajudem a sustentar um sentido de humanidade no ser humano moderno ajudando a
afastar um pouco o fantasma da desintegração psicológica e social de nossa
sociedade ocidental contemporânea, tão carente de mitos que a sustentem.
Agradeço muito a oportunidade e aos participantes por receberem minhas palavras e pelas perguntas que muito contribuíram para o desenvolvimento da palestra. Namastê!!
Dando prosseguimento, a próxima palestra, dia 27 de março, terá o objetivo de apresentação e de discussão dos programas dos cursos. Esta palestra/discussão
tem o objetivo de deixar claro os objetivos e metodologia dos cursos que estarão
iniciando nos dias 03 e 05 de abril.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Palestra 13/3/12
Mapa natal - um caminho para o autoconhecimento e o processo de individuação.
O objetivo principal desta palestra foi, em primeiro lugar, explicitar
como que o mapa natal é um instrumento que descreve a estrutura de identidade
de um ser humano. Após, mostrar como que o entendimento destas estruturas que
formam a psique de um indivíduo contribui para o autoconhecimento; e por fim,
ressaltar a importância do mapa natal como um instrumento que orienta o indivíduo
nos percalços do processo de individuação.
Na foto abaixo, um gráfico com os símbolos astrológicos como representações das mesmas estruturas presentes na Psique humana, a começar pela trindade da psicanálise Id, Ego e Superego representadas com o mesmo simbolismo na Astrologia pelos planetas Marte, Sol e Saturno, respectivamente.
Após a palestra tivemos um momento para perguntas sobre os temas
abordados e outros mais gerais sobre Astrologia.
A próxima palestra será no dia 20 de março, quando se dará o início do
ano Astrológico/Pagão, com a entrada do Sol no signo de Áries e o início do equinócio
de outono para nós do hemisfério Sul e o início da Primavera no hemisfério
norte.
Em virtude da data, o tema será Astrologia e Paganismo. Vou abordar a relação da Astrologia como um
instrumento prático e de orientação dentro deste sistema filosófico da
antiguidade e como este modo de se orientar para com o mundo e a vida ainda está
presente na vida e na psique de todos os seres humanos.
Para complementar a palestra serão exibidas passagens do documentário O
PODER DO MITO, uma série de entrevistas com Joseph Campbell, um dos mitólogos mais importantes da nossa história, que
com uma sensibilidade ímpar consegue dar alma vívida para a mitologia.
A palestra do dia 27 de março será
toda dedicada para apresentação de discussão dos programas dos cursos. Esta palestra/discussão
tem o objetivo de deixar claro os objetivos e metodologia dos cursos que estarão
iniciando.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Bem vindo(a) a este espaço de troca de informações sobre Astrologia e filosofia.
Este blog ainda está em construção.
Conforme os textos ficarem prontos irei postando.
Para outros artigos sobre Astrologia e informações sobre consultas veja minha página:
www.astroconhecimento.com.br/
Contatos: astroconhecimento@gmail.com
Este blog ainda está em construção.
Conforme os textos ficarem prontos irei postando.
Para outros artigos sobre Astrologia e informações sobre consultas veja minha página:
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